Não interessa aos libertários saber quantos são, pois nas suas hostes não se recrutam agentes do poder e muito menos se atribuem números aos militantes. (carlos fonseca)

"Sou um bug ou dois na minha vida". (lena berardo)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Aqui estou!

Cheguei agora a casa. Fui ao cinema e era a única espectadora. Como já tinha visto o filme, e até o tenho em casa, disse ao Sr. J., que é quem passa os filmes, que fosse para a dele. :)
Não me apetecia ficar sozinha na sala. Fui beber café, dei uma volta porque está calor et voilá!
É tão bom viver no campo! :/

12 comentários:

Diogo disse...

Se é... [viver no campo] quando se tem companhia, boa, de preferência. Eu, falo por mim, não queria mais nada do que uma casa na beira do douro, paz, amor e arte até ao fim da vida. E ainda espero fazer isto, é o meu sonho secreto [soa parolo isto, mas é assim a felicidade].

joaninha versus escaravelho disse...

Naõ sei porque está na moda ser contra o amor e só se julgar moderno porque não se querem ter relações além das sexuais.
Eu continuo à espera da minha alma gémea ou lá o que é.
Também sou parola com muito gosto, neste caso.
Quanto ao presente... bem... a companhia não é boa, porque não há companhia de espécie alguma. É mesmo a solidão que me acompanha a todo o lado.
Mas sempre ouvi dizer que mais vale "sol que mel achampanhado"! :P

Shadow One disse...

Pá...
Nunca ouviste falar na lei de Murphy? Aquilo não é só uma lei. Tem montes de postulados e adendas. Tenho dois livros dedicados á lei de Murphy. São hilariantes.
A confirmação na vida real é embasbacante. Estar empancado no trânsito e a faixa ao lado, que até estava a andar, pára completamente quando mudas para ela? É que é SEMPRE! Fico furioso.

Bom... quero eu dizer com isto: Quando te concentras demasiado num aspecto, ele acaba por ocupar toda a tua atenção em todos os planos. Acabas por ficar prisioneira daquela perspectiva. Mudes para onde mudares, o trânsito pára sempre.
Mantém a orientação para o destino final, e liga o rádio, lê o Destak, peida-te, tira macacos do nariz. Quando deres por ela, aquilo já andou. Interessa é chegar ao destino. Curtir a viagem, depende de cada um.

Pá...
Isto é um comentário aos comentários. E saiu grande. E vulgar.
I'll try harder next time.

joaninha versus escaravelho disse...

Afinal ainda falas... :P
Já andava para desistir.
Conheço muito bem a lei de Murphy, infelizmente.
Tenho um amigo que há uns dias teve um episódio engraçado na vida e quando me o contou disse-me: isto é para não julgares que é só a ti que tudo acontece.
Eu gosto muito da vida e dos episódios caricatos que tem a minha, mas sinceramnete, já me sabia bem um pouco de normalidade.
Hoje é isto, amanhã é aquilo, já acordo a pensar o que virá daqui a uma semana.
Não sei se lês o blog "os meus desvios" mas se sim, perceberás o que quero dizer.
Olha que eu até tenho bom feitio e aturo estas cenas nas calmas.
Mas ok; vou seguir os teus conselhos com excepção dos peidos e dos macacos no nariz. Tenho vergonha. :P

Shadow One disse...

Define "normalidade".

joaninha versus escaravelho disse...

Normalidade - Vida estúpida, sem problemas, com dinheiro suficiente para comer e pagar as contas. Estava aqui a pensar se devia falar num marido, mas não. Com a sorte que tenho (como uma vez me disse a minha filha) ainda arranjava outro ex como o que tenho e voltava tudo ao memso.
Ok, então normalidade é ter uma vida estúpida. Sem objectivos.
Sem pensar. Sem ter medo. Vazia. Tipo comer, trabalhar, dormir, ler. E tomar banho. Eu gosto de tomar banho.

Shadow One disse...

Tomar banho por prazer é coisa que faço raramente. Mesmo na praia.
Devo ter sido gato numa vida anterior.

Ó rapariga, não sou psicólogo, mas visto daqui, parece-me que sofres do mesmo mal que eu... O planeta terra é fixe. Só é pena estar cheio de terráqueos.

joaninha versus escaravelho disse...

Por isso faço aquelas viagens com os meus amigos Et´s. Mas por vezes até eles já me desiludem.
(esta cena fez-me pensar - vês como estou sempre a pensar?? - que se sou eu que invento as histórias dos Et´s e se eles me desiludem e se invento as histórias para fugir da realidade e me desiludo comigo, esta gaita está a tornar-se numa cena sem grande sentido.)
Estou a pensar em arranjar uma religião.
Vou ver o que é que anda por aí...
Mas tem que ser uma simples sem nomes complicados e muitas cenas, tipo chakras ou que raio é. Uma religião soft... :)
Acho que ando um pouco baralhada... não ligues... :/

Diogo disse...

Eu já sou livre há muito e não creio em compatibilidades. E sou do signo gémeos.
Acho que foi a ti que disse que prefiro os erros. Apagar os erro não é natural nem saudável, porque dele vem [com 1 "e" só :)]o que nos anima. É tudo matemática, olha o que te digo joaninha... menos por menos dá mais, é básico.

Enriqueço-me com as experiências, as pessoas [qualquer uma] são muito banais e a gente farta-se delas passado um tempo, por natureza, assim. O que nos une não se vê, esse é o problema, porque é que a vida nos fascina. Depois há as pessoas que merecem, as que não...

Só creio na química e no, sobretudo, impulso... Para tudo há um impulso, desde Ele tu sabes onde vai chegar a tua expectativa, se não sabes andas a patinar, e mais vale quitar do que sofrer.

Se falharam as expectativas é porque não és alma de ficções, nem controlas isso. Sabemos pouco ou nada sobre tudo.

joaninha versus escaravelho disse...

Pois é, Diogo! Pois é... E entre o aqui e o agora onde ficamos (onde fico)?
É um instante sem fim que quero controlar e não consigo. É um tormento que me corrói que queria infinito, para tudo fazer desaparecer.
Isto está complicado. E não falo da alma e do amor. Esse da química e dos impulsos, que também assim entendo. Falo apenas do meu amor pelos meus filhos que não me deixam ter. Nem ver. Nem cheirar. Nem nada.
Eu tento, Diogo. Eu tento deixar tudo para trás. Mas não consigo. E dói.
Pronto!
Isto já passa. :)
Está Sol na rua...

Diogo disse...

Pois está Sol, e vou já daqui a pouco para a minha varanda ler, desenhar, criar, é a minha vida desde o fim de 2009... :) [boa vida] e o desanuvio nocturno [melhor ainda].

mmmm, segundo percebo, complicações com o escaravelho por causa dos filhos, guarda, papa-anjos ou só um cobardolas (?)

E essas dores, que reconheço em ti, deixas aqui tudo, e eu sinto uma empatia enorme, pq as pessoas que estão bem não precisam de amor e de coser a alma.

Lift you up:

http://www.youtube.com/watch?v=SW8i3oJW8jw

Mas só às vezes tá? :)

joaninha versus escaravelho disse...

Cobarde vingativo que se serve dos filhos para me magoar e não se preocupa com o que lhes está a fazer. Não merece sequer que gaste mais letras a falar sobre ele. :/